Estimulei-me a escrever
esse, depois de ontem ver uma notícia de que uma mulher havia sido indicada
para o generalato. Logo desconfiei disso ser mais uma manobra política para
destruir a instituição militar por dentro.
Não posso dizer que toda
mulher é incompetente para o cargo, mas como atualmente temos visto muita forçação de barra por parte das feministas e dos movimentos gays não posso
deixar de desconfiar disso.
Para quem não sabe, esclareço
que fui soldado, cumpri o serviço militar obrigatório na 18ª CSM (Circunscrição
de Serviço Militar) e hoje não vejo mais o Exército em que servi. Não o
reconheço.
Decepcionei-me primeiro
quando permitiram o engajamento de gays.
Depois quando não ouviram
o povo nas portas dos quarteis, ao não os atenderem. Eu mesmo fui para a porta
do quartel onde servi. Juntei-me a uma multidão de pessoas que lá já estavam. Cheguei
a passar pelo menos duas noites em vigília, orando e pedindo a Deus e aos
militares que agissem de alguma forma. Tinha o meu Terço no bolço e orei em silencia,
pois muitos dos presentes não eram Católicos como eu.
O motivo pelo qual as
Forças Armadas de qualquer país existe, é a defesa da sua população. Se essa
prerrogativa básica não é cumprida, então a existência delas está em cheque.
Vejam o que diz o
juramento do soldado do Exército Brasileiro:
“Incorporando-me
ao Exército Brasileiro, prometo cumprir rigorosamente as ordens das autoridades
a quem estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos, tratar com
afeição os irmãos de armas e com bondade os subordinados, e dedicar-me
inteiramente ao serviço da Pátria, cuja honra, integridade e instituições,
defenderei com o sacrifício da própria vida”.
Onde está o sacrifício da
própria vida? O que fizeram com os cidadãos que estavam a literalmente pedir
socorro nas portas dos quarteis?
Será possível que os
oficiais sejam tão insensíveis ao ponto de não se compenetrarem? Ou seriam
realmente um bando de covardes?
Onde está o prometido nos
hinos cantados pelos soldados espalhados de norte a sul do Brasil?
Não pensem que escrevo
com alegria, escrevo com tristeza de ver que não temos mais Forças Armadas,
pois as que ai estão servem ao movimento comunista mundial e não ao povo
brasileiro. Essa é a mais fria e dura verdade.
Vídeos como esse me provocam saudosismo, mas também tristeza em saber que o Exército onde servi não existe mais. Não passa de uma mera lembrança que os jovens da atualidade jamais verão ou entenderão. Se eu não fosse um homem, agora estaria com lágrimas escorrendo no rosto, diante de tamanha decepção. Mas aprendi, na finada 18ª CSM, que homem não chora, homem arregaça as mangas e vai a luta.
