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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Jesus de Nazaré

Muito bonito esse vídeo, vale a pena ver:

Jesus em Nazaré.

Ele foi a Nazara, onde fora criado, e, segundo seu costume, entrou em dia de sábado na sinagoga e levantou-se para fazer a leitura. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaias; desenrolou-o, encontrando o lugar onde está escrito:

O Espírito do Senhor está sobre mim,

porque ele me consagrou pela unção

para evangelizar os pobres;

enviou-me para proclamar a libertação aos presos

e aos cegos a recuperação da vista,

para restituir a liberdade aos oprimidos

e para proclamar um ano de graça do Senhor.


Enrolou o livro, entregou-o ao servente e sentou-se. Todos na sinagoga olhavam-no, atentos. Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu aos vossos ouvidos essa passagem da Escritura”. Todos testemunhavam a seu respeito, e admiravam-se das palavras cheias de graça que saíam de sua boca.

E diziam: “Não é este o filho de José?” Ele, porém, disse: “Certamente me citareis o provérbio; Médico, cura-te a ti mesmo. Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze-o também aqui em tua pátria”. Mas em seguida acrescentou: “Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria”.

De fato, eu vos digo que havia em Israel muitas viúvas nos dias de Elias, quando por três anos e seis meses o céu permaneceu fechado e uma grande fome devastou toda a região; Elias, no entanto, não foi enviado a nenhuma delas, exceto a uma viúva, em Sarepta, na região de Sidônia. Havia igualmente muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu: todavia, nenhum deles foi purificado, a não ser o sírio Naamã”.

Diante dessas palavras, todos na sinagoga se enfureceram. E, levantando-se, expulsaram-no para fora da cidade e o conduziram até um cimo da colina sobre a qual a cidade estava construída, com a intenção de precipitá-lo de lá; Ele, porém, passando pelo meio deles, prosseguia seu caminho...

Lucas 4.16-30

domingo, 29 de agosto de 2010

A escolha dos lugares.


Certo dia, ele entrou na casa de um dos chefes dos fariseus para tomar uma refeição, e eles o espiavam.
Em seguida contou uma parábola aos convidados, ao notar como eles escolhiam os primeiros lugares. Disse-lhes: “Quando alguém te convidar para uma festa de casamento, não te ponhas no primeiro lugar; não aconteça que alguém mais digno do que tu tenha sido convidado por ele, e quem convidou a ti e a ele venha a te dizer: ‘Cede-lhe o lugar’. Deverás, então, todo envergonhado, ocupar o último lugar. Pelo contrário, quando fores convidado, ocupa o último lugar, de modo que, ao chegar quem te convidou, te diga: ‘Amigo, vem mais para cima’. E isso será para ti uma honra em presença de todos os convivas. Pois todo aquele que se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.

Lucas 14, 1.7-14

sábado, 28 de agosto de 2010

Canil Pet foi reformado.


Meu amigo Luiz, do Canil Pet de Itacaré, está de parabéns.

Reformou seu estabelecimento comercial e me mandou algumas fotos. Ao lado está a foto da fachada. Quem conheceu o estabelecimento antes, sabe bem o quanto mudou.

Infelizmente ele mandou apenas as fotos, espero que ele próprio comente sobre a reforma.


Mais uma vez parabéns e sucesso.

Parábola dos Talentos.



 Pois será como um homem que, viajando para o estrangeiro, chamou seus servos e entregou-lhes seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois, a outro um. A cada um de acordo com a sua capacidade. E partiu. Imediatamente, o que recebera cinco talentos saiu a trabalhar com eles e ganhou outros cinco. Da mesma maneira, o que recebera dois ganhou outros dois. Mas aquele que recebera um só, tomou-o e foi abrir uma cova no chão. E enterrou o dinheiro do seu senhor. Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e pôs-se a ajustar contas com eles. Chegando aquele que recebera cinco talentos, entregou-lhe outros cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me confiaste cinco talentos. Aqui estão outros cinco que ganhei’. Disse-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Vem alegrar-te com o teu senhor!’ Chegando também o dos dois talentos, disse: ‘Senhor, tu me confiaste dois talentos. Aqui estão outros dois talentos que ganhei’. Disse-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Vem alegrar-te com o teu senhor!’ Por fim, chegando o que recebera um talento, disse: ‘Senhor, eu sabia que és homem severo, que colhes onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste. Assim amedrontado, fui enterrar o teu talento no chão. Aqui tens o que é teu’. A isso respondeu-lhe o senhor: ‘Servo mau e preguiçoso, sabias que colho onde não semeei e que ajunto onde não espalhei? Pois então devias ter depositado o meu dinheiro com os banqueiros e, ao voltar, receberia com juros o que é meu. Tirai-lhe o talento que tem e dai-o àquele que tem dez, por que a todo aquele que tem será dado e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. Quanto ao servo inútil, lançai-o fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes!’

Mateus 25, 14-30

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Parábola das dez Virgens.


Então o Reinos dos Céus será semelhante a dez virgens que, tomando suas lâmpadas, saíram ao encontro do noivo. Cinco, eram insensatas e cinco, prudentes. As insensatas, ao pegarem as lâmpadas, não levaram azeite consigo, enquanto as prudentes levaram vasos de azeite com suas lâmpadas. Atrasando o noivo, todas elas acabaram cochilando e dormindo. À meia-noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo vem aí! Saí ao seu encontro!’ Todas as virgens levantaram-se, então, e trataram de aprontar as lâmpadas. As insensatas disseram às prudentes: ‘Daí-nos do vosso azeite, por que as nossas lâmpadas apagam-se’. As prudentes responderam: ‘De modo algum, o azeite poderia não bastar para nós e para vós. Ide antes aos que vendem e comprai para vós’. Enquanto foram comprar o azeite, o noivo chegou e as que estavam prontas entraram com ele para o banquete de núpcias. E fechou-se a porta. Finalmente, chegaram as outras virgens, dizendo: ‘Senhor, senhor, abre-nos!’ Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: não vos conheço!’ Vigiai, portanto, porque não sabeis nem o dia nem a hora.
Mateus 25, 1-13

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Herodes e Jesus.

O tetrarca Herodes, porém, ouviu tudo o que se passava, e ficou muito perplexo por alguns dizerem: “É Elias que reapareceu”; e outros ainda: “É um dos antigos profetas que ressuscitou”. Herodes, porém, disse: “A João, eu o mandei decapitar. Quem é esse, portanto, de quem ouço tais coisas?” E queria vê-lo.

Lucas 9, 7-9

sábado, 21 de agosto de 2010

Guia de Blogs Católicos: Mais 14 blogs estão no Guia. Junte-se a nós!

Guia de Blogs Católicos: Mais 14 blogs estão no Guia. Junte-se a nós!

Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus.


Jesus então dirigiu-se às multidões e aos seus discípulos: “Os escribas e fariseus estão sentados na cátedra de Moisés. Portanto, fazei e observai tudo quanto vos disserem. Mas não imiteis suas ações, pois dizem mas não fazem. Amarram fardos pesados e os põem sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos nem com um dedo se dispõem a movê-los. Praticam todas as suas ações com o fim de serem vistos pelos homens. Com efeito usam largos filactérios e longas franjas. Gostam do lugar de honra nos banquetes, dos primeiros assentos nas sinagogas, de receber as saudações nas praças públicas e de que os homens lhes chamem ‘Rabi’.


Quanto a vós, não permitais que vos chamem ‘Rabi’, pois um só ó o vosso Mestre e todos vós sois irmãos. A ninguém na terra chameis ‘Pai’, pois só tendes o Pai Celeste. Nem permitais que vos chamem ‘Guias’, pois um é o vosso guia, Cristo. Antes, o maior dentre vós será aquele que vos serve. Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado.


Mateus 23, 1-12

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O maior mandamento.

Os fariseus, ouvindo que ele fechara a boca dos saduceus, reuniram-se em grupo e um deles – a fim de pô-lo à prova – perguntou-lhe: “Mestre, qual é o maior mandamento da lei?” Ele respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito. Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: amarás o teu próximo como a ti mesmo. Desses dois mandamentos dependem toda a Lei o os Profetas”.


Mateus 22, 34-40

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

México: Defendiendo el derecho a alertar contra el “matrimonio homosexual".

Quando um homossexual é violentado, ou discriminado, eles são defendidos. Falam o que querem e dizem que tem o direito de expressão garantidos, mas quando alguém defende Deus, como fica?

Todos sabemos que estamos vivendo um momento de inversão de valores na história da humanidade. Mas até quando Deus vai suportar isso?

Minha opinião é que todos que protestarem estão certos, pois estão defendendo os interesses de Deus.

Porém quero deixar claro que não sou a favor da violência e discriminação, seja lá contra quem for. Afinal Deus é pai de todos nós, sejamos homo ou héteros.



"Los obispos se solidarizan con los cardenales Rivera y Sandoval, duramente criticados.



MEXICO, D.F, miércoles 18 de agosto de 2010 (ZENIT.org).- Los obispos de México han defendido el derecho a la responsabilidad y a la libre expresión de toda persona ante las acusaciones de intolerancia lanzadas contra los cardenales Norberto Rivera Carrera y Juan Sandoval Íñiguez por haber criticado las uniones entre personas del mismo sexo y la adopción de niños por éstas.

“Lamentamos que al manifestar estos conceptos en la opinión pública, existan quienes recriminen y amenacen alertando de intolerancia, cuando la tolerancia es la posibilidad de que todos expresemos nuestra opinión y posiciones”, señala un comunicado publicado este martes por la Conferencia Episcopal Mexicana.

Además de alertar contra los ataques a la libertad de expresión, los obispos de México reiteraron su oposición al proceso seguido en México para legalizar que personas del mismo sexo puedan casarse y adoptar niños.

En opinión de los obispos, la Asamblea del Distrito Federal lo aprobó “de manera acelerada, sin las consultas necesarias a los diferentes autores sociales y sin atender el consenso de las mayorías, que estaba en desacuerdo de tales uniones y especialmente de la adopción de niños”.

Además, la reciente confirmación de la legalidad de este proceso jurídico por parte de la Suprema Corte de Justicia de la Nación se ha realizado “sin ir al fondo del asunto”, lamentó el episcopado, que no ocultó su “total desacuerdo con el fallo”.

“Creemos que equiparar con el nombre de matrimonio a estas uniones es una falta de respeto, tanto a la esencia misma del matrimonio entre una mujer y un hombre, expresado en la Constitución del País en su artículo 4º, como a las costumbres y la propia cultura que nos han regido por siglos”, indica el comunicado.

Y añade: “La Iglesia, de la que formamos parte todos los bautizados, vela por los derechos de los que no se pueden defender, y en este caso, los más débiles como son los infantes”.

Los obispos de México consideran que “la conciencia ecológica que tantos adeptos va sumando para salvaguardar las distintas especies respetando sus procesos naturales, debe incluir a la especie humana, la más digna y consciente de su propio desarrollo”.

“Por ello, en la misma naturaleza la Iglesia descubre la dignidad del matrimonio entre un varón y una mujer -declararon-. Esto nos anima a impulsar la dignidad de la pareja y su prole apelando a los valores naturales y morales”.

El episcopado expresó su “solidaridad” y “sentir” a los cardenales Rivera y Sandoval y afirmó que “el momento que vive México requiere un debate de altura que nos una y en el que todos los miembros de la sociedad en su conjunto saquemos adelante los múltiples problemas que nos aquejan”.

Finalmente, invitó a los fieles “a orar a Santa María de Guadalupe por las decisiones de los gobernantes y por todos los niños que no tienen voz pero sí el derecho de tener una familia que sea para ellos ejemplo de virtudes”.

También otras instancias alzaron su voz contra el proceso legal para permitir el “matrimonio homosexual” en México, con posibilidad de adoptar menores.

El arzobispado de Gaudalajara, por ejemplo, publicó un comunicado en el que alerta que la American Phychological Association ha indicado que los niños que crecen en una relación homosexual tienen tres posibilidades más de padecer depresión.

También pide que se consideren los derechos del niño, que “merece la mejor oportunidad de incorporarse a la sociedad”, teniendo en cuenta que “todas las corrientes de psicología en el mundo reconocen, es que un padre y una madre es el mejor ambiente para ello”.

“Los menores nacieron de la unión de un hombre y una mujer; jamás ha nacido nadie de la unión de dos personas del mismo sexo”, indica el comunicado de la Oficina de Prensa y Comunicación Social del arzobispado.

“Por lo tanto -concluye-, su desarrollo está ligado íntimamente a su origen, y éste es su derecho, que ahora ha sido transgredido por la Suprema Corte de Justicia de la Nación”."

Adopción de menores por parejas homosexuales.

Vejam o que encontrei.


"Adopción de menores por parejas homosexuales


Boletín de Prensa de la Arquidiócesis de Guadalajara


Con profunda desilusión tomamos la determinación de la Suprema Corte de Justicia de la Nación, la cual, desentendiendo el bien común y la lógica del sentido común, y mostrando un desprecio por la ley natural, ha aprobado la posibilidad de que personas casadas del mismo sexo adopten a menores de edad en el Distrito Federal, luego de que el 5 de agosto aprobara las uniones homosexuales. Con esta resolución, las parejas conformadas por personas del mismo sexo, que así lo decidan, contarán con los mismos derechos para adoptar a niños que las parejas heterosexuales. Consideramos que se trata de una aberración más, que se suma a las acumuladas recientemente.

Mostramos nuestro completo desacuerdo por esta decisión que en nada beneficia a la mayoría de las personas en México, y que se orienta directamente a dañar, profunda e irreversiblemente, al matrimonio –constituido por varón y mujer- y a la familia –como prole de la unión de dos personas de diferente sexo-. En este sentido versaron las declaraciones del Cardenal Juan Sandoval Íñiguez, difundidas por los medios de comunicación, luego de su presencia en la ciudad de Aguascalientes, el pasado domingo 15 de agosto de 2010.

Por desgracia, en la declaratoria del Suprema Corte de Justicia de la Nación no se tuvieron en cuenta las investigaciones realizadas por el Instituto Mexicano de Orientación Sexual que, con argumentación de carácter científico, mostró sus cuestionamientos para que menores fueran adoptados por parejas homosexuales. Este mismo centro de investigación le había solicitado a la Suprema Corte de Justicia de la Nación que, por lo menos, difiriera su fallo, hasta que no se profundizara en la investigación sobre el asunto y se llevaran a cabo más investigaciones al respecto, ya que la experiencia en otras latitudes muestra, con claridad, las secuelas que se han provocado en niños que viven con parejas homosexuales, dados los abrumadores resultados negativos en otras regiones.

El Instituto Mexicano de Orientación Sexual basado, además, en investigaciones realizadas por la American Phychological Association (APA), en el estudio titulado “Lesbian & Gay Parenting” (“Cuidado de los niños por parte de lesbianas y homosexuales”), indicó que, por ejemplo, los niños que crecen en una relación homosexual tienen tres posibilidades más de padecer depresión que cualquier otro que crece en una relación heterosexual, resaltando que el matrimonio entre varón y mujer es el mejor ambiente para la crianza de un niño.

No se deben considerar sólo los posibles derechos de las personas del mismo sexo que quieran adoptar, sino también los derechos fundamentales del niño, y en particular del infante que puede ser adoptado. Un niño merece la mejor oportunidad de incorporarse a la sociedad, usando su derecho a la adopción. Lo que el Estado debe regular es cuál es el ambiente ideal para ese menor, y lo que todas las corrientes de psicología en el mundo reconocen, es que un padre y una madre es el mejor ambiente para ello.

La misma investigación referida señala la alteración biosicoemocional que se provoca en el niño criado entre parejas homosexuales, además de que las estadísticas señalan que hay más violencia en estas relaciones que entre parejas heterosexuales (sin ignorar las que aquí se dan), sin pasar por alto, además, que existe mayor riesgo de que un menor sea violado en uniones del mismo sexo (porque así se ha comprobado, según el estudio), que en relaciones hombre-mujer.

No se trata, entonces, de argumentos religiosos, ni tampoco de un involucramiento meramente moral en el orden civil, ni de interferir en la laicidad del Estado, sino que las pruebas científicas, que hasta el momento se han presentado, y la consecución de la ley natural, son contundentes para afirmar que el ambiente más propicio para desarrollarse está en parejas heterosexuales. Los menores nacieron de la unión de un hombre y una mujer; jamás ha nacido nadie de la unión de dos personas del mismo sexo. Por lo tanto, su desarrollo está ligado íntimamente a su origen, y éste es su derecho, que ahora ha sido transgredido por la Suprema Corte de Justicia de la Nación.




Oficina de Prensa y Comunicación Social
Arzobispado de Guadalajara"

domingo, 15 de agosto de 2010

Oração do Amanhecer.


No silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-te a paz, a sabedoria e a força.
Quero olhar hoje o mundo com os olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente.
Ver teus filhos como Tu mesmo os vê, e assim não ver senão o bem em cada um.
Cerre meus ouvidos a toda calúnia, guarde minha língua de toda maldade.
Que só de bênçãos se encha meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos se achegarem a mim, sintam a Tua presença.
Reveste-me de Tua beleza Senhor, e que no decurso deste dia eu te revele a todos.

sábado, 14 de agosto de 2010

Jesus e as crianças.


Naquele Momento, foram-lhe trazidas crianças para que lhes impusesse as mãos e fizesse uma oração. Os discípulos, porém, as repreendiam. Jesus, todavia, disse: “Deixai as crianças e não as impeçais de vir a mim, pois delas é o Reinos dos Céus”. Em seguida impôs-lhes as mãos e partiu dali.

Mateus 19, 13-15

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Perdão das ofensas.


Perdão das ofensas.

Então Pedro chegando-se a ele, perguntou-lhe: “Senhor, quantas vezes devo perdoar ao irmão que pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu-lhe: “Não te digo até sete, mas até setenta e sete vezes.

Parábola do devedor implacável.

Eis por que o Reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu acertar contas com os seus servos. Ao começar o acerto, trouxeram-lhe um que devia dez mil talentos. Não tendo este com que pagar, o senhor ordenou que o vendessem, justamente com a mulher e com os filhos e todos os seus bens, para o pagamento da dívida. O servo, porém, caiu aos seus pés e, prostrado, suplicava-lhe: ‘Dá-me um prazo e eu te pagarei tudo’.
Diante disso, o senhor, compadecendo-se do servo, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. Mas, quando saiu dali, esse servo encontrou um dos seus companheiros de servidão, que lhe devia cem denários e, agarrando-o pelo pescoço, pôs-se a sufocá-lo e a insistir: ‘Paga-me o que me deves’. O companheiro, caindo a seus pés, rogava-lhe: ‘Dá-me um prazo e eu te pagarei’. Mas ele não quis ouvi-lo; antes, retirou-se e mandou lançá-lo na prisão até que pagasse o que devia. Vendo os companheiros de serviço o que acontecera, ficaram muito penalizados e, procurando o senhor, contaram-lhe todo o acontecido. Então o senhor mandou chamar aquele servo e lhe disse: ‘Servo mau, eu te perdoei toda a tua dívida, porque me rogaste. Não devias, também tu, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ Assim, encolerizado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse toda a sua dívida. Eis como meu Pai celeste agirá convosco, se cada um de vós não perdoar, de coração, ao seu irmão.”
Quando Jesus terminou essas palavras, partiu da Galiléia e foi para o território da Judéia, além do Jordão.

Mateus 18, 21 - 19,1

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Correção Fraterna.



Correção fraterna.

“Se o teu irmão pecar, vai corrigi-lo a sós. Se ele te ouvir, ganhaste o teu irmão. Se não te ouvir, porém, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda questão seja decidida pela palavra de duas ou três testemunhas.
Caso não lhes der ouvido, dizei-o à igreja. Se nem mesmo à Igreja der ouvido, trata-o como o gentio ou o publicano.
Em verdade vos digo: tudo quanto ligardes na terra será ligado no céu e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu.

Oração em comum.

Em verdade ainda vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que queiram pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles.”

Mateus 18, 15-20

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Segundo anúncio da paixão.




Segundo anúncio da paixão.
Estando eles reunidos na Galiléia, Jesus lhes disse: “O Filho do Homem será entregue às mãos dos homens e eles o matarão, mas no terceiro dia ressuscitará”. E eles ficaram muito tristes.

O tributo para o Templo pago por Jesus e por Pedro.
Quando chegaram a Cafarnaum, os coletores da didracma aproximaram-se de Pedro e lhe perguntaram: “Vosso mestre não paga a didracma?” Pedro respondeu: “Sim”. Ao entrar em casa, Jesus antecipou-se-lhe, dizendo: “Que te parece, Simão? De quem recebem os reis da terra tributos ou impostos? Dos seus filhos ou dos estranhos?” Como ele respondesse “Dos estranhos”, Jesus lhe disse: “Logo, os filhos estão isentos. Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar e joga o anzol. O primeiro peixe que subir, segura-o e abre-lhe a boca. Acharás aí um estáter. Pega-o e entrega-o a eles por mim e por ti”.
 Mateus 17, 22-27

domingo, 8 de agosto de 2010

Vender os bens e distribuir aos pobres.


Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino!
Vendei vossos bens e daí esmola. Fazei bolsas que não fiquem velhas, um tesouro inesgotável nos céus, onde o ladrão não chega nem a traça rói. Pois onde está o vosso tesouro, ai etará também o vosso coração.

Lucas 12, 32

Prontidão para o retorno do Mestre.

Tende os rins cingidos e as lâmpadas acesas. Sede semelhantes a homens que esperam seu senhor voltar das núpcias, a fim de lhe abrir, logo que ele vier e bater. Felizes os servos que o senhor à sua chegada encontrar vigilantes. Em verdade vos digo, ele se cingirá e os porá à mesa e, passando de um a outro, os servirá. E caso venha pela segunda ou pela terceira vigília, felizes serão se assim os encontrar! Compreendei isto: se o dono da casa soubesse em que hora viria o ladrão, não deixaria que sua casa fosse arrombada. Vós também, estai preparados, porque o Filho do Homem virá numa hora que não pensais”.

Então Pedro disse: “Senhor, é para nós que estás contando essa parábola ou para todos?” O Senhor respondeu: “Qual é, então, o administrador fiel e prudente que o senhor constituirá sobre o seu pessoal para dar em tempo oportuno a ração de tribo? Feliz aquele servo que o senhor, ao chegar, encontrar assim ocupado! Verdadeiramente, eu vos digo, ele o constituirá sobre todos os seus bens. Se aquele servo, porém, disser em seu coração: O meu senhor tarda a vir’, e começar a espancar servos e servas, a comer, a beber e a se embriagar, o senhor daquele servo virá em dia imprevisto e em hora ignorada; ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos infiéis.

Aquele servo que conheceu a vontade de seu senhor, mas não se preparou e não agiu conforme sua vontade, será açoitado muitas vezes. Todavia, aquele que não a conheceu e tiver feito coisas dignas de chicotadas, será açoitado poucas vezes. Àquele a quem muito se deu, muito será pedido, e a quem muito se houver confiado, mais será reclamado.

Lucas 12,33-48

sábado, 7 de agosto de 2010

Você já conhece todos os candidatos a presidente para as eleições de 2010?


Américo de Souza (PSL)

Twitter: @AmericoPSL


 Dilma Rousseff (PT)
Twitter: @dilmabr


 Ivan Pinheiro (PCB)
José Maria Eymael (PSDC) 
Twitter: @eymael


José Serra (PSDB)
Twitter: @joseserra_


Levy Fidélix (PRTB)
Twitter: @levyfidelix


Marina Silva (PV)
Twitter: @silva_marina


Mário de Oliveira (PTdoB)
Twitter: @mariooliveira70


Oscar Silva (PHS)
Plínio Sampaio (Psol)
Twitter: @pliniodearruda


Rui Pimenta (PCO)

Zé Maria (PSTU)
Twitter: @zemaria_pstu

"É porque sou mulher", diz iraniana condenada à apedrejamento

Leiam essa reportagem sobre a mulher iraniana que está condenada a morte por adultério.

Não sou a favor do adultério, quem me conhece sabe, mas matar uma pessoa por esse motivo...

Esse é apenas mais um exemplo atual de barbaridade.

"É porque sou mulher", diz iraniana condenada à apedrejamento

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Cura da filha de uma mulher cananéia.




Jesus, partindo dali, retirou-se para a região de Tiro e de Sidônia. E eis que uma mulher Cananéia, daquela região, veio gritando: “Senhor, filho de Davi, tem compaixão de mim: a minha filha está horrivelmente endemoninhada”. Ele, porém, nada lhe respondeu. Então os seus discípulos se chegaram a ele e pediram-lhe: “Despede-a, porque vem gritando atrás de nós”. Jesus respondeu: “Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”.
Mas ela, aproximando-se, prostrou-se diante dele e pôs-se a rogar: “Senhor, socorre-me!” Ele tornou a responder: “Não fica bem tirar o pão dos filhos e atirá-los aos cachorrinhos”. Ela insistiu: “Mulher, grande é tua fé! Seja feito como queres!” E a partir daquele momento sua filha ficou curada.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Jesus caminha sobre as águas e Pedro com ele.




Logo em seguida, forçou os discípulos a embarcar e aguardá-lo na outra margem, até que ele despedisse as multidões. Tendo-as despedido, subiu ao monte, a fim de orar a sós. Ao chegar a tarde, estava ali, sozinho. O barco, porém, já estava a uma distância de muitos estádios da terra, agitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, ele dirigiu-se a eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, porém, vendo que caminhava sobre o mar, ficaram atemorizados e diziam: “É um fantasma!” E gritaram de medo. Mas Jesus lhes disse logo: “Tende confiança, sou eu, não tenhais medo”. Pedro, interpelando-o, disse: “Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas”. E Jesus respondeu: “Vem”. Descendo do barco, Pedro caminhou sobre as águas e foi ao encontro de Jesus. Mas, sentindo o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!” Jesus estendeu a mão prontamente e o segurou, repreendendo-o: “Homem fraco na fé, por que duvidaste?” Assim que subiram ao barco, o vento amainou. Os que estavam no barco prostraram-se diante dele dizendo: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”.

Mateus 14,22-36
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